sábado, 9 de maio de 2009

P.O. 14 Camp Nacional Infantis Femininos


Encarávamos este jogo com alguma expectativa, e com uma enorme vontade de vencer, pois a revolta acompanha-nos desde o primeiro jogo da época contra o CDC Albufeira.
Queríamos provar que é possível vencer jogos sem recorrer à violência, pois a violência em campo é a grande arma deste nosso adversário, e ainda mais grave, é que os árbitros autorizam. Pensávamos que esta situação poderia ser ultrapassada hoje, mas afinal os árbitros estiveram ao mesmo nível dos anteriores. E estou a falar de um escalão de Infantis!
Dentro de campo, fomos sem qualquer dúvida a melhor equipa, a defender, a atacar e até mesmo disciplinarmente. A evolução é notória, pelo que todas as meninas estão de parabéns pela dedicação, empenho, espírito de sacrifício e de equipa. Mas há que continuar a trabalhar e muito, para continuarmos a evoluir como até aqui.
A tarefa não foi fácil. Pois a equipa adversária também tem jogadoras que marcam a diferença, e para além da qualidade técnica delas, tivemos que suportar toda a agressividade (neste jogo só chegou ao limiar da violência, pois o comportamento em campo melhorou) que colocam em campo e ainda a passividade e dualidade de critérios que os árbitros utilizaram, principalmente o Sr. Fábio Gonçalves (que deveria ser um pouco mais bem educado!), vá-se lá saber porquê. E estou a falar de um escalão de Infantis!
O Sr. Fábio Gonçalves, certamente terá o peso na sua consciência, e também terá noção da sua incapacidade para ser árbitro. Isto a avaliar pelo seu comportamento neste jogo, bem como 2 horas depois, em Lagos, onde este Sr. Fábio dirigiu o jogo da 1ª divisão feminina entre o GIL EANES e o João de Barros, e teve um comportamento, no mínimo caricato, pois a viagem entre Albufeira e Lagos alterou o seu modo de actuação. O critério de jogo passivo aplicado as INFANTIS do GIL EANES foi diferente do aplicado as seniores do João de Barros em situações idênticas. Acho que estava mais preocupado com quem estava na bancada. Enfim!!!
Mas a avaliar pelo comportamento de algumas pessoas na semana que antecedeu este jogo, posso pensar em tudo…
Comportamentos esses, que se confirmaram no final do jogo, e que me servem de justificação para o que se passou em todos os jogos que a minha equipa realizou contra o CDC Albufeira. Esta equipa foi levada ao colo durante toda a época. Só assim, conseguiram ganhar os jogos ao GIL EANES. Só assim, agrediram dentro de campo, com gravidade, e com os árbitros a nada fazerem… Isto é verdade, perdi uma atleta que foi gravemente agredida em campo. Foi retirada de campo imobilizada e com intervenção do INEM. O jogo esteve interrompido, recordam-se? Isto perante a passividade dos árbitros e não só. E estou a falar de um escalão de INFANTIS! Os pais não a deixaram voltar aos treinos, por consideraram o ANDEBOL um desporto violento. Isso a AAAlgarve, não quer ver, e não pune os prevaricadores. Mas sabe pedir coisas absurdas!
Quero ainda salientar que não pactuo com acções que retiram a verdade ao ANDEBOL. A minha equipa entra sempre em campo para ganhar.
E os responsáveis associativos devem repensar a sua forma de actuação, pois tem que dar tratamento igual a todos os clubes, e não esqueçam: todos, são poucos.

1 comentário:

Anónimo disse...

Meu amigo, pelo que deduzo foram-te pedir um resultado pré-combinado. Logicamente que não ainda não te conheçem ai pelos algarves, senão nem teriam coragem nem de pensar em te pedir tal coisa. Eras mesmo tu que entravas por esse caminho. EHEHEH!
Que eu saiba só uma vez fizeste um favor a um adversário, que foi ganhares o jogo para outro clube da tua cidade ser apurado para a fase seguinte, corrige-me se estiver errado. Continua sério e honesto como sempre.
Um abraço
Luís G.